A importância da mamografia no diagnóstico do câncer de mama

O câncer de mama acomete 1 a cada 10 mulheres, segundo estimativa do Instituto nacional do Câncer. A Mamografia ainda é um dos melhores métodos de diagnosticar a doença antes que se espalhe para outros órgãos, estando numa fase inicial, com cerca de menos de 1 cm, com 90% de chances de cura.

A partir dos 40 anos de idade, o aconselhável é que toda mulher faça anualmente a mamografia, exame radiológico para avaliação das mamas, realizado com aparelho de raio-X denominado mamógrafo. Ele serve para detecção de nódulos, tumores, lesões, calcificações e confirmação de resultados obtidos através de outros exames, como ultrassom, por exemplo. Sem falar na sua importância por verificar precocemente lesões benignas ou malignas, antes mesmo de exame clínico como a palpação.

Estudo sueco feito ao longo de 30 anos mostrou que a mamografia regular pode reduzir em 30% as mortes por câncer de mama.

Além das indicações mencionadas anteriormente, mulheres com queixas de dor, tendo nódulo palpável ou alteração aparente nas mamas também devem fazer o exame para diagnóstico preciso.

As mulheres com casos de câncer de mama na família, principalmente em parentes próximos como mãe, avó, irmã ou filha podem iniciar o acompanhamento antes dos 40 anos.

O ideal é que a mamografia seja realizada na segunda ou terceira semana do ciclo menstrual pois haverá menor densidade do tecido glandular e a visibilidade será maior. Além disso, antes do período menstrual, as mamas costumam inchar, podendo tornar o exame desconfortável.

Duração do exame:
Cada mulher possui um tipo de mama. O exame dura cerca de 15 minutos, mas, dependendo da constituição mamária (com mais gordura ou tecido fibroglandular), a dificuldade para detecção de lesões é maior ou menor. Às vezes, para melhorar detalhamento e precisão, há necessidade de repetição do exame, o que não significa que algo ruim tenha sido detectado.

Os 12 sintomas de câncer de mama que não devem ser ignorados, incluem:
1 – Alterações do tamanho ou forma da mama;
2 – Vermelhidão, inchaço, calor ou dor na pele da mama;
3 – Nódulo ou caroço na mama, que está sempre presente e não diminui de tamanho;
4 – Inchaço e nódulos frequentes nas ínguas das axilas;
5 – Assimetria entre as duas mamas, como, por exemplo, uma muito maior que a outra;
6 – Presença de um sulco na mama, como se fosse um afundamento de uma parte da mama;
7 – Endurecimento da pele da mama, semelhante a casca de laranja;
8 – Coceira frequente na mama ou no mamilo;
9 – Formação de crostas ou feridas na pele junto do mamilo;
10 – Liberação de líquido pelo mamilo, especialmente sangue;
11 – Inversão súbita do mamilo;
12 – Veia facilmente observada e crescente.

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