7 exames ginecológicos para colocar na agenda

Mamografia

Um dos mais importantes e conhecidos exames ginecológicos, a mamografia serve para detectar um possível câncer de mama e microcalcificações, que eventualmente podem evoluir para tumor maligno. Deve ser feita a partir dos 35 anos de idade da mulher, repetida anualmente a partir dos 40. É importante saber que 10% dos tumores malignos de mama tem relação com herança familiar. Portanto, caso você tenha mãe, irmã ou tia com esses antecedentes, a atenção deve ser maior.

Papanicolau

O exame de Papanicolau detecta infecções e lesões pré-malignas no colo do útero – esse tipo de tumor está frequentemente associado à infecção pelo HPV. Deve ser feito anualmente a partir do início da vida sexual da mulher. Em gestantes, deve ser feito durante o pré-natal. Alguns fatores de risco são o tabagismo, baixa ingestão de vitaminas, iniciação sexual precoce e uso de contraceptivos orais.

Ultrassom

O exame de ultrassom averigua a ocorrência de câncer de mama, anomalias do útero,, pedra na vesícula e apendicite. Em gestantes, acompanha o desenvolvimento do feto. Existe também o ultrassom transvaginal, que complementa o exame clínico ginecológico. Esses exames podem ser feitos em vários períodos da vida da mulher, então pode ser solicitado pelo ginecologista sempre que ele achar conveniente.

Colposcopia

Investiga possíveis lesões no colo do útero, na vagina e na vulva. Costuma ser indicado somente nos casos de Papanicolau alterado ou para complementá-lo, no sentido de melhorar a performance e garantir um diagnóstico mais preciso.

Hormônios

O exame de hormônios visa a detectar problemas no hipotálamos e nas glândulas hipófise, tireoide e ovários. Ele pode auxiliar na investigação de causas de infertilidade, sangramentos genitais ou alterações do ciclo menstrual, queda de cabelo, secreção mamária, menopausa, acne, alteração de pele e unhas, etc. Portanto, é recomendado quando a mulher tem uma dessas condições.

Hemograma completo

O hemograma completo deve ser feito todo ano, como rotina, ou quando o médico suspeitar de ocorrência de anemia, infecções, processos inflamatórios, problemas de coagulação e leucemia. Muitas vezes, detectar a anemia pode ser difícil, pois ela pode estar oculta. Aí se dá a importância do hemograma como exame de rotina.

Urocultura

Por fim, o exame de urocultura deve ser feito quando o médico suspeitar de doenças como cistite ou infecção urinária, muito comuns entre mulheres. Os seus sintomas são ardência ao urinar e aumento na frequência das micções, com diminuição do volume urinado, e dores abdominais.

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